quarta-feira, 30 de novembro de 2016

'Não Foi Acidente' - vídeo sobre os impactos sociais e ambientais da mineração no Brasil e as novas ameaças a pescadores, agricultores e comunidades da floresta amazônica na nefasta investida da Alcoa no Baixo Amazonas paraense.


"Quantas Marianas (MG) serão necessárias para que o Brasil reveja seu modelo de desenvolvimento? 
A partir dessa questão, a FASE, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração produziriam o vídeo “Não foi acidente”.
Além de relembrar as irresponsabilidades da Samarco, empresa controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton, a produção destaca que o crime ambiental está relacionado a uma lógica que se repete pelo país, ameaçando a biodiversidade, a economia local e os modos de vida de populações em diversos territórios", diz o anuncio do vídeo.
Na Amazônia. a Alcoa ameaça as comunidades do Projeto de Assentamento Agroextrativista PAE Lago Grande, uma região riquíssima em sociobiodiversidade de Santarém (oeste paraense), próximo a florestas,  e unidades de conservação de uso sustentável como a Reserva Agroextrativista Tapajós-Arapiuns. Comunidades temem a poluição ambiental dos solos, das águas, letal para seres humanos e animais que vem ocorrendo em várias partes do Pará e do Brasil pelo apetite voraz da mineração.
Veja mais na página da Fase: http://bit.ly/2gCQD7g

II Semana Nacional de Mobilização no Combate aos Impactos causados pelos Agrotóxicos


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O Fórum Estadual de Combate aos Impactos Causados pelos Agrotóxicos, coordenado pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e integrado por órgãos públicos, promove no período de 28 de novembro a 3 de dezembro a “II Semana Nacional de Mobilização no Combate aos Impactos Causados pelos Agrotóxicos”, que terá atividades em sete municípios do Estado do Pará, com rodas de conversa e ações de conscientização da comunidade.

Os promotores de Justiça Fabia de Melo-Fournier e Nilton Gurjão das Chagas, coordenadores dos Centros de Apoio Operacional Cível (CAOC) e do Meio Ambiente (CAOMA), respectivamente, juntamente com os promotores de Justiça dos municípios de Altamira, Belém, Abaetetuba, Bragança, Castanhal, Moju e Paragominas participam da semana de mobilização.
As atividades da Semana de Mobilização serão coordenadas pelas Comissões Temáticas do Fórum Estadual e por Promotorias de Justiça do Ministério Público do Estado. As Comissões Temáticas são: análise e rastreabilidade; agroecologia e produção orgânica; fiscalização; impactos à saúde; impactos ao meio ambiente; e pesquisa e extensão.
Participam das atividades 29 instituições federais, estaduais e municipais, das áreas de pesquisa, fiscalização ambiental, extensão, educação e parceiros. Todos estarão mobilizados com ações de comando e controle, atividades pedagógicas, círculos de debates e palestra para alertar a população paraense dos impactos causados pelos agrotóxicos.

Com o surgimento do Fórum em novembro de 2014, preocupações relacionadas ao efeito dos agrotóxicos na natureza e na saúde humana tiveram muitos avanços:
- O Laboratório Central do Estado do Pará (Lacen) recebeu novos equipamentos para detectar agrotóxicos nos alimentos. 
- Parcerias de pesquisa entre membros, o Instituto Evandro Chagas - Seção de Meio Ambiente e a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase) iniciaram investigações decorrentes a danos na saúde dos trabalhadores do campo;
- E a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) realizou o primeiro curso de capacitação para notificação de pessoas contaminadas ou suspeitas de contaminação de agrotóxico.

Outro ponto significativo depois do surgimento do Fórum foi o aumento da fiscalização da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), que disponibilizou dados impressionantes como em Concórdia do Pará e São Felix do Xingu representando 8% de infrações relacionadas aos agrotóxicos, seguido por Castanhal com 13% e Santarém com 20%. O Ibama também disponibilizou que entre os anos de 2009 e 2014 o total de vendas de agrotóxicos e afins no Estado do Pará totalizou mais de 18 mil de toneladas de ingredientes ativos.
AGROECOLOGIA  É A SAÍDA
A Semana Nacional de Mobilização de combate aos Impactos causados pelos Agrotóxicos terá a temática de Agroecologia, uma forma de produção de alimentos agrícolas sem o uso de veneno. No Pará existem assentamentos e acampamentos de agricultores que já produzem alimentos sem uso de agrotóxicos.

Programação

A abertura do evento será às 9h do dia 28 de novembro no auditório Nathanel Farias Leitão, localizado no prédio sede do MPPA. No mesmo horário em Bragança, no auditório do Instituto Federal do Pará (IFPA), ocorre roda de conversa sobre as experiências na área de extensão rural com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater).

Na terça-feira (29), alunos de escolas no entorno do prédio do MPPA na Cidade Velha serão recebidos no auditório da instituição, às 9h, para uma roda de conversa que vai abordar o uso de agrotóxicos. Ao mesmo tempo em Castanhal, no Núcleo de Estudos em Agroecologia da IFPA, serão debatidos os impactos do agrotóxico na saúde e no processo produtivo. Enquanto isso, em Altamira, no horário de 8h às 17h, haverá recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, que podem ser entregues no Parque de Exposição Agropecuária Antônio Inácio de Lucena (Rodovia Ernesto Acioly, s/n, Bairro Colina)

No terceiro dia de atividades a Comissão de Agroecologia fará em Belém uma roda de conversa, de 9h às 12h30, sobre o tema “Agroecologia”, no auditório da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Nesse mesmo horário será realizado no assentamento “João Batista”, em Castanhal, roda de conversa sobre agroecologia e impactos dos agrotóxicos na saúde. À tarde, em Paragominas, está programado o recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos na vila Paragonorte (em frente à caixa dágua), localizada na estrada da Maritaca a 80 km da BR-010.

Na quinta-feira a II Semana de Mobilização terá atividade às 9h no município de Abaetetuba, com a plenária do Fórum de Educação no Campo, com temática de adesão ao combate aos impactos causados pelos agrotóxicos.

Em Moju, na sexta-feira (2), no território Quilombola Jamboaçu, haverá roda de conversa sobre os impactos da monocultura de dendê às 15 comunidades da área do quilombola. Ao mesmo tempo, em Bragança, ocorre visita a duas comunidades com maiores índices de uso de agrotóxicos para Informar e sensibilizar sobre seus efeitos nocivos.

No sábado, último dia da semana de mobilização, as instituições que compõem o Fórum Estadual de Combate aos Impactos Causados pelos Agrotóxicos e seus parceiros estarão na praça Batista Campos no horário de 9h às 12h com atividades educativas e de conscientização quanto ao uso de agrotóxicos. Em Bragança haverá no mesmo horário Mobilização na Feira da Agricultura Familiar com Banner e cartazes e panfletagem com os agricultores e consumidores.

Acompanhe toda a programação AQUI e participe!

domingo, 27 de novembro de 2016

Agronegócio da morte, modelo cruel pra saúde e meio ambiente

Assim como a Anvisa, no Brasil, a FDA nunca incluiu o glifosato em seus testes anuais de alimentos. Também não testa o 2,4-D, fato igualmente criticado pela autoridade fiscalizadora dos EUA. Os testes para resíduos de 2,4-D estão sendo demandados porque seu uso deve crescer com a comercialização de novos herbicidas que combinam glifosato com 2,4-D – uma combinação cujos efeitos levantam sérias dúvidas.
Apesar de ser provavelmente cancerígeno, a agência de segurança alimentar…
OUTRASPALAVRAS.NET|POR INÊS CASTILHO

MULHERES NA DEFESA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A AGRICULTURA FAMILIAR, MULHERES RURAIS E A AGROECOLOGIA NO BRASIL



NÓS, MULHERES RURAIS DO CAMPO, DAS FLORESTAS E DAS ÁGUAS, CAMPONESAS, PESCADORAS, INDÍGENAS, QUILOMBOLAS, EXTRATIVISTAS E DE POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO BRASIL REUNIDAS NA SUBCOMISSÃO TEMÁTICA DE MULHERES DA CNAPO- COMISSÃO NACIONAL DE AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO ORGÂNICA- NO DIA 22 DE NOVEMBRO DE 2016, VIMOS NOS POSICIONAR NA DEFESA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A AGRICULTURA FAMILIAR, PARA AS MULHERES RURAIS E PARA A AGROECOLOGIA NO BRASIL.
NÓS, MULHERES QUE PRODUZIMOS ALIMENTOS SAUDÁVEIS, CONVIVEMOS COM A NATUREZA E GARANTIMOS O BEM ESTAR DE NOSSAS COMUNIDADES; QUE RESISTIMOS AO AVANÇO DAS MONOCULTURAS, DOS AGROTÓXICOS, DA PERDA DE NOSSAS TERRAS; QUE COMBATEMOS A DESIGUALDADE NO ACESSO À TERRA E À ÁGUA; QUE LUTAMOS POR CONDIÇÕES PARA PRODUZIR, CONTRA A SOBRECARGA DE TRABALHO E POR ACESSO ÀS POLÍTICAS, ENTENDEMOS QUE É PAPEL DO ESTADO ATUAR COM FIRME VONTADE POLÍTICA NO SENTIDO DE REVERTER AS DESIGUALDADES NO CAMPO E DE PRESERVAR A SOCIOBIODIVERSIDADE DOS POVOS TRADICIONAIS, MOBILIZANDO SEUS ORGANISMOS, PROGRAMAS E ORÇAMENTOS PARA FORTALECER OS SETORES CONSIDERADOS MAIS VULNERÁVEIS DA POPULAÇÃO.
NO CONTEXTO DE VALIDAÇÃO DO II PLANAPO – PLANO NACIONAL DE AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO ORGÂNICA, NOS PREOCUPA A SITUAÇÃO DE REBAIXAMENTO DE DUAS INSTÂNCIAS MUITO IMPORTANTES NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO PLANAPO I: O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO E A SUA DIRETORIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS MULHERES RURAIS. NOS PREOCUPA AINDA OS CORTES NO ORÇAMENTO DO PAA – PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS, CONTÍNUOS DESDE 2012 PARA AS MODALIDADES DE COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA , INCLUINDO SEMENTES. DESTACAMOS QUE O ORÇAMENTO PREVISTO PARA ESSAS MODALIDADES EM 2017 É DE APENAS 26,45% DO QUE FOI EM 2012.
REUNIDAS NA REUNIÃO DA SUBCOMISSÃO TEMÁTICA DE MULHERES DA CNAPO PARA REVALIDAÇÃO DO PLANAPO II NÃO FICOU CLARA A FORMA COMO O ATUAL GOVERNO PRETENDE IMPLEMENTAR AS POLÍTICAS PARA MULHERES RURAIS E POR ISSO EXIGIMOS:
1)      O RETORNO DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO – MDA;

2)      A VOLTA DA DIRETORIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS MULHERES RURAIS NO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO-MDA, GARANTINDO EQUIPE TÉCNICA, ORÇAMENTO E AUTONOMIA PARA EXECUÇÃO DE SUAS AÇÕES;

3)      A MANUTENÇÃO DAS CHAMADAS ESPECÍFICAS DE ATER PARA AS MULHERES RURAIS, QUE SÃO ESTRATÉGICAS PARA O MOVIMENTO AGROECOLÓGICO PELO RECONHECIMENTO DO IMPORTANTE PAPEL DESEMPENHADO PELAS MULHERES NA CONSOLIDAÇÃO DA AGROECOLOGIA;

4)      A MANUTENÇÃO DE NO MÍNIMO DE 50% DE MULHERES ATENDIDAS EM TODAS AS CHAMADAS DE ATER E 30% DOS RECURSOS PARA AS ATIVIDADES ESPECÍFICAS COM AS MULHERES;

5)      O AUMENTO IMEDIATO DO ORÇAMENTO DA MODALIDADE COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA DO PAA, RECOMPONDO NO MÍNIMO O ORÇAMENTO EXECUTADO EM 2012.


A PARTIR DESTAS CONQUISTAS E FRENTE À REALIDADE DE CORTES DE RECURSOS, REAFIRMAMOS QUE NÃO ACEITAREMOS SER PENALIZADAS NEM ARCAREMOS COM OS CUSTOS SOCIAIS E POLÍTICOS DESSES CORTES. ORGANIZADAS NA LUTA E ATENTAS À CONJUNTURA NACIONAL, COBRAMOS AÇÕES NO SENTIDO DE AVANÇAR NA CONSOLIDAÇÃO DE DIREITOS, BASEADAS NA IGUALDADE, JUSTIÇA, PAZ, SOLIDARIEDADE E EM RESPEITO AOS BENS COMUNS, TAIS COMO:
1)      LANÇAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DO PRONARA - PROGRAMA NACIONAL DE REDUÇÃO DO USO DE AGROTOXICO;
2)      CONTINUIDADE E FORTALECIMENTO DO PROGRAMA DE SEMENTES, QUE VINHA APOIANDO AS CASAS E BANCOS DE SEMENTES NA DEFESA DA SOCIOBIODIVERSIDADE;
3)      AMPLIAÇÃO DA POLÍTICA DE FOMENTO PARA AS MULHERES, VOLTADA PARA OS QUINTAIS PRODUTIVOS E AGROECOLÓGICOS;
4)      CAPACITAÇÃO PARA TÉCNICAS/TÉCNICOS DE ATER, NA PERSPECTIVA FEMINISTA E AGROECOLÓGICA, QUE PROMOVA A AUTONOMIA DAS MULHERES;
5)      GARANTIA E AMPLIAÇÃO DAS CHAMADAS DE ATER PARA AS MULHERES;
6)      MODIFICAÇÃO NA CONCEPÇÃO DA DAP-DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF PARA QUE AS MULHERES E JOVENS TENHAM DIREITO À UMA DAP INDIVIDUAL;
7)      PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA QUE TRATA DA REGULARIZAÇÃO DO DECRETO 8728;
8)      CONTINUIDADE DO ECOFORTE COM GARANTIA DE RECURSOS ANUAIS;
9)      REPRESENTAÇÃO DE MULHERES NAS INSTÂNCIAS DIRETIVAS E CRIAÇÃO DE UM ORGANISMO DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES NA AGÊNCIA NACIONAL DA ATER - ANATER.

DIANTE DO EXPOSTO, ORGANIZADAS E MOBILIZADAS NOS DIVERSOS TERRITÓRIOS DO PÁIS, GARANTINDO NOSSA DIVERSIDADE E PLURALIDADE, SEGUIMOS EM LUTA E NA UTOPIA POR UMA SOCIEDADE JUSTA, IGUALITÁRIA E PLENA DE DIREITOS PARA AS MULHERES, JOVENS E A NATUREZA.


BRASÍLIA, 24 DE NOVEMBRO DE 2016

Ibama fecha serrarias que extraíam madeira em terras indígenas dos Arara no PARÁ

O Agronegócio mata

Coluna falará sobre agronegócio e alternativas como a agroecologia, produção de justa e saudável de alimentos
WWW.BRASILDEFATO.COM.BR

"Cuando Sera" - viva os camponeses e camponesas do mundo!!!

A indústria química da morte: BAYER e BASF apoiando campanhas racistas e misóginas pelo mundo

A eleição de Donald Trump coloca vários aspectos negativos para o mundo. O mais comentados se referem ao racismo, machismo e intolerância. No entanto, há outra agenda perversa por trás desta vitória: o controle do mercado mundial de…
CONTRAOSAGROTOXICOS.ORG

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