Espaço de comunicação da Articulação Nacional de Agroecologia na Amazônia
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Agronegócio - Programa Le Monde Diplomatique Brasil #13
O programa debate soberania alimentar e a indústria do agronegócio no Brasil. Convidados:
Alceu Castilho - Jornalista, geógrafo, autor do livro Partido da Terra e coordenador "De olho nos ruralistas",Maureen Santos - Coordenadora de Programas e Projetos de Justiça Socioambiental da Fundação Heinrich Böll no Brasil e Professora de Relações internacionais da Puc Rio
Carlos Alberto Doria - Doutor em sociologia pela Unicamp e mobilizador do Banquetaço
Apresentação - Silvio Caccia Bava editor che do Le Monde Diplomatique Brasil.
domingo, 8 de abril de 2018
QUATRO HIPÓTESES SOBRE UMA DISPUTA NÃO ENCERRADA, por 'Outras Palavras'
ESPECIAL: QUATRO HIPÓTESES SOBRE UMA DISPUTA NÃO ENCERRADA
Preso político do regime pós-2016, Lula não poderá disputar as eleições. Seu encarceramento busca, sobretudo, consolidar a agenda de retrocessos. Mas a vitória dos conservadores não se consumou.
Textos e vídeos da Redação de Outras Palavras
Preso político, Lula não poderá disputar as eleições. Seu encarceramento busca consolidar a agenda de retrocessos. Mas triunfo conservador não se consumou
OUTRASPALAVRAS.NET
No rumo da destruição
Proposta tira poder da Anvisa e do Ibama. Fila de aprovação tem 300 substâncias potencialmente cancerígenas.
THEINTERCEPT.COM
Entidades questionam isenção de impostos para agrotóxicos no Brasil
Articulação Nacional de Agroecologia (ANA)
Desde 2016, uma ação que tramita no Supremo Tribunal Federal - STF questiona a constitucionalidade do benefício fiscal para agrotóxicos. Para ajudar com mais elementos no debate, quatro entidades ingressaram com pedido para entrar no processo. Atualmente, venenos agrícolas tem redução de até 60% no ICMS. Estima-se que, por causa disso, cerca de *1,3 bilhões de reais* deixem entrar nos cofres públicos. >> Leia: goo.gl/zTk79Y
Soberania alimentar em risco no mundo
AGROTÓXICO E TRANSGÊNICOS | 75% dos alimentos do planeta vêm de apenas 12 espécies vegetais.
No dia 21 de março, a União Europeia avalizou a fusão de duas megaempresas de tecnologia agrícola: a norte-americana Monsanto e a alemã Bayer. O negócio já havia sido aprovado no Brasil pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Também já houve o aval chinês e da África do Sul. Basta a autorização dos Estados Unidos para consolidar a fusão no mercado agrícola mundial.
A unificação de tais empresas é a terceira na concentração produtiva. Com a união das estadunidenses Dow e DuPont e da suíça Syngenta com a chinesa ChemChina, o mercado agroquímico mundial será protagonizado por quatro grupos econômicos, somados à também estadunidense Basf.
O novo cenário é de que as quatro empresas transnacionais passem a dominar 65% das vendas de agrotóxicos e pesticidas e cerca de 60% das comercializações de sementes no mundo. Somente a Monsanto é a maior vendedora de sementes do globo e a Bayer ocupa a segunda posição na venda de agrotóxicos.
75% dos alimentos do planeta vêm de apenas 12 espécies vegetais
BRASILDEFATO.COM.BR
sábado, 7 de abril de 2018
sábado, 30 de dezembro de 2017
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Agrotóxicos e os pássaros
Enviado por Combate Racismo Ambiental.
Combate Racismo Ambiental
Agrotóxicos fazem pássaros perder peso e o rumo em seus voos para se reproduzir
Desigualdade no Brasil
Rafael Osorio, especialista em pobreza e desigualdade, afirma que dificuldade de ascensão social mostra que Brasil não é meritocrático
NEXOJORNAL.COM.BR
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Movimento Iperegayu do povo Munduruku denuncia violações de direitos pelas barragens no Tapajós e outros rios
A 13 de dezembro de 2017. Aos povos indígenas do Brasil e do México Aos povos e movimentos em luta no mundo À sociedade civil internacional Nós…
MOVIMENTOIPEREGAYU.WORDPRESS.COM
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Cerrado brasileiro agoniza
"Especialistas calculam que, se a perda de 1,1% da superfície original por ano se mantiver, o bioma deixará de existir na primeira metade deste século. Alguns estudos cravam que o fim será em 2030. Os mais otimistas estimam 2050. De acordo com números do Ministério do Meio Ambiente, a média são mais de 9 mil quilômetros quadrados de perda da cobertura vegetal por ano".
Nos últimos 60 anos, o cerrado transformou-se como nenhum outro bioma brasileiro. Em suas terras, o Brasil expandiu a fronteira agrícola, garantiu a tão esperada integração nacional e possibilitou a mais monumental façanha…
ESPECIAIS.CORREIOBRAZILIENSE.COM.BR
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