A Campanha Contra os Agrotóxicos e pela vida se multiplica cada vez mais. Lideranças de agroextrativistas com projetos coletivos apoiados pelo Fundo Dema na parceria da ONG FASE com o Fundo Amazônia aderem a campanha em Altamira. São de vários municípios da Transamazônica/Xingu assustados com o uso indiscriminado de venenos nas lavouras. A Campanha disponibiliza materiais informativos e visuais. Veja aqui: http://www.contraosagrotoxicos.org/
O ICICT - FIOCRUZI informa que a exposição ocupacional aos#agrotóxicos atinge, em especial, os agricultores e agriculoras, que podem ser afetados pela manipulação direta ou por meio de armazenamento inadequado, reaproveitamento de embalagens, roupas contaminadas e contaminação da #água. Esses venenos são o terceiro grupo responsável pelas intoxicações, com 11,8% dos casos. São antecedidos pelos medicamentos (28,3%) e animais peçonhentos (23,7%). A exposição aos agrotóxicos pode ocorrer “pelas vias digestiva, respiratória, dérmica ou por contato ocular”, diz Raquel Rigotto, da Faculdade de #Medicina da Universidade Federal do #Ceará (UFC). Enviado pela Rede Brasileira de Justiça Ambiental.
Monitoramento no quilombo de Murumurutuba, próximo do Lago Maicá, por Matheus Otterloo.
Projeto Biofloresta-Conservação e uso sustentável da biodiversidade na comunidade de Murumurutuba, oeste paraense. Tem o objetivo de 'Possibilitar o reflorestamento das áreas de 'proteção permanente (APP) e de Reserva Legal' e a implantação de Sistema agroflorestal (SAF), desenvolvendo ações integradas entre os Territórios Quilombolas do Planalto Santareno". Metas: reflorestamento de área de APP (10 hectares) , Reserva Legal e SAF (16 ha) em 4 territórios quilombolas do planalto santareno. Projeto apoiado na parceria da ONG Fase com o Fundo Amazônia.