segunda-feira, 22 de abril de 2013

Vem aí o GRUCA (Grupo para Consumo Agroecológico). Eu apoio!!!!!


Vem aí o GRUCA (Grupo para Consumo Agroecológico). É uma espécie de clube do livro, lembram? Onde um grupo se compromete com a compra, nesse caso, de produtos agroecológicos da Agricultura Familiar, pondo de lado a figura do atravessador, garantindo assim, maior renda às famílias produtoras e maior saúde pra nossas famílias, com produtos orgânicos, de qualidade, com procedência garantida.

Vai ter um pouco de tudo nas cestas, ovos caipira, farinha, frango, frutas nativas da Amazônia, verduras e afins.



Quem tiver interesse mande seu email, passem aos amigos que cultivam o desejo de por em prática essa bela ideologia.


Convido amig@s e interessad@s (de Belém)

Formar um grupo para promover alternativas de consumo baseadas em princípios ecológicos, solidários e éticos.
O grupo visa fortalecer pequenos produtores orgânicos/agroecológicos (ou em transição) e criar espaços para troca de experiências.

Proposta Inicial

Cada membro do grupo compromete-se com um custo mensal referente a uma cesta de produtos mais um custo de logística/transporte.
Mensalmente o associado recebe uma msg com uma planilha de produtos para selecionar os itens que vão compor sua cesta; o associado retorna a msg com sua planilha de pedidos preenchida.

No dia e local combinado o associado deve buscar sua cesta e fazer o pagamento.

A entrega também serve como momento de encontro, mini-reuniões, informes, etc.

O grupo tb pode promover coletas para comprar produtos no atacado.


O grupo não visa lucro e prega a transparência. Os preços dos produtos serão os cobrados pelos produtor.

Funcionaremos com autogestão; os associados são os responsáveis pela forma de trabalho do grupo.


Decisões relevantes serão tomadas pelo coletivo; responsabilidades individuais devem ser assumidas para o grupo funcionar.


O grupo promoverá reaproveitamento de embalagens e apoiará ações para Reduzir, Reutilizar e Reciclar resíduos.

Sabemos de toda a mazela social e ambiental provocada pelo atual sistema de produção/consumo em alta escala.

Sabemos também da força de movimentos de resistência a este sistema: agroecologia, economia solidária, permacultura, movimentos de luta por moradia e terra para produzir, educação e cultura popular, indigenas, movimentos anticapitalistas e outras utopias possíveis; nos colocamos na mesma luta!

Enviado Por Kelém Cabral

Pesque & Pague "Buriti", em Santa Maria do Pará


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ministério da Agricultura libera uso do benzoato de emamectina, agrotóxico sem registro no País


Produto que tem substância considerada tóxica para o sistema neurológico  será usado no combate a pragas em lavouras da BA
Mesmo com dois pareceres técnicos contrários, o Ministério da Agricultura (Mapa) liberou o uso de um agrotóxico não registrado no País para combater emergencialmente uma praga nas lavouras de algodão e soja. A decisão, publicada anteontem no Diário Oficial, permite o uso de defensivos agrícolas que tenham em sua composição o benzoato de emamectina, substância que, por ser considerada tóxica para o sistema neurológico, teve seu registro negado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2007. Matéria de Lígia Formenti, em O Estado de S.Paulo.
O uso de agrotóxicos no País é norteado por pareceres do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos (CTA), formado por membros dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e da Anvisa – os dois últimos são encarregados de avaliar os riscos do uso de defensivo para o meio ambiente e a saúde pública.
Em março, diante da praga da lagarta quarentenária A-1 Helicoverpa armigera em lavouras do oeste da Bahia, representantes do Mapa solicitaram uma reunião extraordinária do CTA para a liberação do benzoato. A proposta era que o produto fosse usado emergencialmente até a safra 2014/2015.
No primeiro encontro, representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e da Anvisa foram contrários à liberação. De acordo com a ata da reunião, a maioria do grupo afirmava que os documentos apresentados não permitiam tal liberação.
Diante da negativa, o Mapa solicitou uma nova reunião, realizada cinco dias depois. Nesse encontro, tanto a Anvisa quanto o Ibama mantiveram sua posição: não havia elementos suficientes para que a liberação fosse realizada.
O Mapa, no entanto, decidiu liberar o uso do benzoato. De acordo com o ministério, não é a primeira vez que a Agricultura adota uma decisão unilateral. Em 1986, de acordo com a assessoria, também houve liberação de agrotóxicos para combater uma praga de gafanhoto.
Além do benzoato, outros cinco tiveram seu uso liberado para o combate à praga: dois produtos biológicos (Vírus VPN HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e três químicos (Clorantraniliprole, Clorfenapyr e Indoxacarbe). A diferença, no entanto, é que os cinco já têm registro no País para uso em outras lavouras.
Regras. O uso do benzoato será regulamentado numa instrução normativa. De acordo com a norma publicada nesta semana, as regras de importação e aplicação do produto terão de ser feitas seguindo as observações dos Ministérios do Meio Ambiente e da Saúde. A aplicação do benzoato, segundo o Mapa, terá de ser acompanhada por fiscais estaduais agropecuários e supervisionada por fiscais federais.
Fonte: EcoDebate, 11/04/2013

Sem direito a comer


Sem direito a comer

comer
Esther Vivas

Nos dizem que querem acabar com a fome no mundo, se não for possível em 2015, será mais tarde. Agora, quando expiram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), sem ter conseguido nada, se inventam novos conceitos como a Agenda para o Desenvolvimento pós-2015 e nos dizem para esperar e confiar, que deixemos tudo em suas mãos, que desta vez será definitiva. E a história, ou a mentira, se repete de novo.
Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, impulsionado pelas nações Unidas no ano 2000, terminou em letra morta, como acabará, eu garanto, a Agenda para o Desenvolvimento pós-2015 ou o que siga. Porque por fim à fome não depende de declarações de boas intenções, nem de acordos assinados, ou de lideranças fortes nos altos escalões … depende única e exclusivamente de vontade política. E esta não existe.
A Consulta de Alto Nível das Nações Unidas sobre a Fome trata desses temas, Segurança Alimentar e Nutrição, realizada hoje [04/04/2013] em Madrid, como parte de uma série de diálogos internacionais promovidas pela ONU, e que reúne a partir de seu secretário-geral, Ban Ki-moon, o presidente Mariano Rajoy, a nata da ONU e representantes do mundo empresarial, acadêmico … Seu objetivo: discutir sobre como enfrentar a fome a partir de 2015, data em que concluem os ODM’s. Mesmo que os governos que nos levaram à presente situação de falência tenham que liderar este processo, vamos mal.
Os autores dos cortes, que desencadearam os índices da fome aqui e internacionalmente, pouco, ou melhor, nada têm a contribuir. No Estado Espanhol, e de acordo com o Instituto Nacional de Estatística de 2010, se calcula que, pelo menos, um milhões e cem mil pessoas passam fome e não comem as calorias e proteínas mínimas necessárias. Uma cifra que, no atual contexto de crise econômica, social, greve e precariedade, seguramente é maior. E não só isso. O governo espanhol, anfitrião da consulta da ONU, é o mesmo que aniquilou a Assistência Oficial ao Desenvolvimento, reduzindo sua partida para um mínimo, colocando-o nos níveis de 1990 e em último lugar na UE. Esta é a solidariedade do governo com os países do Sul, zero.
A ONU diz que, para acabar com a fome, temos de confiar no crescimento. Declarou em seu relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2012: “Os pobres devem participar no processo de crescimento e seus benefícios. O crescimento deve ser alcançado com a participação dos pobres e se estender a estes “. E acrescenta: “O crescimento agrícola é particularmente eficaz na redução da fome e da desnutrição”. Mas esse não é o problema. Não se trata de querer reiniciar o motor do crescimento econômico como uma fórmula mágica. O que nós precisamos é de justiça e de redistribuição. Especialmente nas políticas alimentares e agrícolas, onde toneladas de alimentos acabam no lixo diariamente, enquanto isso 870 milhões de pessoas no mundo sofrem de fome. Não mais riqueza concentrada nas mãos de poucos, mas mais democracia.
A produção de alimentos desde os anos 60 triplicou, de acordo com a organização GRAIN, enquanto a população mundial, desde então, apenas dobrou. Há uma quantidade enorme de comida, mais do que em qualquer outro período da história. Mas, se você não tem dinheiro para pagar por ela ou o acesso a terra, água, sementes para produzi-la, não come. Não se trata de produzir mais alimentos, mas de repartir os já existentes. É o modelo agroalimentar, a serviço de alguns poucos interesses privados, o que falha.
A fome, diz a mídia e as instituições internacionais, é o resultado de fenômenos metereológicos e de conflitos de guerra. Não apenas, nem principalmente, acrescento. As causas da fome são políticas e têm a ver com aqueles que controlam as políticas agrícolas e alimentares, aqueles que se beneficiam, e em cujas mãos estão os meios de produção de alimentos. Só isso pode explicar por que países como o Haiti, que nos anos 70 produziu arroz suficiente para alimentar sua população, hoje seja um dos países mais afetados pela fome. Desde os anos 80 até o presente, as políticas de liberalização comercial, de invasão de seus mercados com produtos subsidiados de multinacionais do Norte vendidos abaixo do preço de custo, etc, destruíram seus sistemas agrícolas, anulando sua soberania alimentar, e converteu o país em dependentes da compra de alimentos a empresas estrangeiras. Não é o acaso o que conduziu o Haití, como tantos outros países, à fome, mas a política.
No atual contexto de crise profunda do sistema, os bens comuns se convertem na nova fonte de negócio do capital. Intensifica-se a acumulação de terras, a privatização da água, a especulação com a comida. Em outras palavras, o que o geógrafo David Harvey chama de acumulação por espoliação. Ou como ficar rico às custas de privatizar o que é da maioria. E estes processos só aumentam as causas da fome, deixando muitos sem o direito a comer.
*Tradução ao português: Tárzia Medeiros.

“A Economia Verde é imediatista”



Camila Nobrega
Repórter do Canal Ibase
Durante mais de um século, multiplicaram-se teorias econômicas que não levavam em conta a natureza em cálculo algum. Atualmente, porém, só cresce o número de economistas que começam a olhar para a economia não como um sistema isolado, mas como parte de um todo, submetida às leis da natureza e aos impactos que causa nos homens. São os chamados economistas ecológicos, que propõem uma visão mais ampla do sistema. Entre as principais referências do tema no país está o economista e professor da Universidade de São Paulo (USP) José Eli da Veiga, autor de 21 livros, que assina a abertura do livro “O Decrescimento – entropia, ecologia, economia”, lançado mês passado pela editora Senac. É primeira tradução em português da obra do matemático e economista romeno Georgescu-Roegen, cujo pensamento foi renegado por décadas entre os círculos da área e, agora, está sendo retomado. Nesta entrevista, José Eli fala não apenas da teoria de Georgescu, como do crescimento da Economia Ecológica em si, em oposição à Economia Verde.
Qual o significado da chegada da obra de Georgescu-Roegen ao Brasil?
Muitos jovens ainda hoje saem das faculdades de Economia do país sem ter lido a obra dele. Na década de 1970, Roegen publicou livros e artigos importantes que não foram reconhecidos pela academia. A incorporação da Lei da Entropia (2ª lei da termodinâmica, cuja essência é a degradação da energia em sistemas isolados) na economia, proposta pela primeira vez por ele, não foi bem aceita e Georgescu foi posto de lado. Nos últimos tempos, ele tem sido revisto, mas no Brasil só havia obras circulando em francês, o que dificultava o acesso de alunos. Consegui, finalmente, que este autor fosse publicado em português. Ele foi um gênio, precisa ser mais lido.
Embora ele mesmo nunca tenha usado essa denominação, Roegen foi uma das principais inspirações para o movimento da Economia Ecológica. Como o pensador via a questão do limite da natureza para o crescimento da economia?

José Eli da Veiga, economista ecológico e professor da USP / Foto: Kenji Honda

Não se trata exatamente de limites, como alguns economistas falam hoje. O foco dele era outro. Georgescu teve, ainda nos anos 1960, um estalo sobre a Lei da Entropia. Ele jogou luz sobre o fato de que os economistas lidavam com a produção econômica como algo independente, isolado. Os recursos naturais eram vistos como infinitos, e por isso não entravam na conta. Só que este romeno percebeu a relação de interdependência entre ambos. A Lei da Entropia não pode simplesmente ser descartada, porque ela age sobre a economia.
Ou seja, ele percebeu que existe uma perda de energia associada aos processos econômicos, certo? E há energia dissipada que nunca se recupera…
Sim, o foco dele não é sobre o esgotamento de recursos. Ele é anterior à discussão sobre mudanças climáticas, que está em voga hoje. Georgescu se debruçou sobre o fato de que os recursos naturais têm uma energia que se dissipa, à medida que são usados pela economia. No início da carreira, ele tinha o foco de estudo voltado para o consumo. Depois, percebeu que precisava se dedicar à questão da produção. E concluiu que, uma vez utilizados para a produção de algo, os recursos terão uma parte de energia que nunca mais será utilizada. É uma parte que se perde no processo. Mas os cálculos de produção na economia não levam isso em conta. Tomemos como exemplo as energias fósseis. Para Georgescu, o limite do crescimento se daria ao passo que a utilização delas reduziria a quantidade de energia inicial do processo.
Mas o pensamento dele ainda não chegou à esfera prática da economia. Em conferências internacionais sobre o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, como a Rio+20, Conferência da ONU realizada ano passado, esta abordagem não passou nem perto das salas de conferência…
Eu não esperava mesmo que um encontro como a Rio+20 discutisse esse tipo de assunto. Ocorre que os prazos dessa discussão proposta por Georgescu talvez sejam séculos. Não sabemos quando vai acontecer, mas a perda gradual desses recursos naturais vai levar a um ponto máximo. Na Rio+20, discutem-se soluções mais imediatas. A transição de que se fala nessas salas de conferência é outra, que as Nações Unidas chamaram de Economia Verde. Já Georgescu foi um dos pais da Economia Ecológica, que defende uma outra transição, não apenas tecnológica. Ele acredita também que, em algum momento, haverá decrescimento. A economia, segundo ele, não poderá se manter apenas estável.
E, dentro da Economia Verde, as propostas são de adequações mais simples. Não há uma grande mudança de paradigma econômico, certo?
É outro foco. Na discussão atual, existe uma crença de que vai haver descolamento entre crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, a medida de riqueza mais utilizada como parâmetro de comparação no mundo) e os impactos ambientais. A ideia é que o avanço tecnológico vai permitir a manutenção do crescimento econômico. Ou seja, a tese da Economia Verde é que, em determinado momento, o PIB poderá continuar aumentando e os impactos vão diminuindo. Para isso, economistas desta corrente apresentam dados sobre queda de emissões de carbono por unidade de produção. Na prática, significa que para cada unidade produzida, a quantidade de carbono usada diminuiu. Mas isso só serve em termos relativos. Quando pegamos o conjunto total, como a produção aumenta, a quantidade absoluta também cresce. O impacto na atmosfera, portanto, continua aumentando e muito. O único argumento novo que deve ser analisado ainda é em relação à Inglaterra. Estudos recentes mostram que o país está conseguindo manter o PIB em crescimento, reduzindo as emissões.
Mas, nesse caso, estamos falando de um país com um desenvolvimento mais avançado, e com condições de apostar em inovações tecnológicas. No entanto, se as nações mais pobres dependerem de tecnologias que não podem bancar, sem que haja transferência, como elas farão?
Aí está o problema. Será que a humanidade resolverá os novos desafios tratando o problema com as mesmas receitas antigas. Nesse caso, não se atacam os sintomas. A Inglaterra é um caso de economia madura, e parece que o mesmo processo pode estar acontecendo também na Holanda. Mas o cenário encontrado lá não é o mesmo de países pobres. Será possível apostar nesse modelo, e que todos os países alcançariam uma maturidade que os permitiria crescer, reduzindo, por meios tecnológicos, os impactos ambientais?
Ainda assim, este pensamento não leva em conta os impactos sociais associados ao crescimento econômico desenfreado. Estas questões fazem parte da Economia Ecológica?
Sim, a economia não pode ser vista como um sistema isolado nem das questões ambientais, nem sociais. Estamos falando sempre de uma mesma coisa. No caso da Inglaterra, por exemplo, estamos falando de uma economia madura em vários sentidos. É uma sociedade cujo acesso a serviços é outro, onde há um parâmetros de educação, saúde mais elevados e compartilhados pela população. Não é a economia em si, isoladamente, que levará nações a reduzirem impactos socioeconômicos significativos.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

UFPA promove debate sobre Agroecologia e Segurança Alimentar -15 de fevereiro/2013


Evento debate agroecologia, geração de renda e segurança alimentar


O que está sendo feito para recuperar áreas que foram destruídas por ações do homem? Como ganhar dinheiro com agricultura sem destruir a floresta? E nossa alimentação, é segura? Questões como essas serão discutidas em uma conferência que acontece no dia 15 de fevereiro, às 9h, no auditório do Centro de Capacitação da Universidade Federal do Pará (UFPA). O evento debate alternativas para recuperação de áreas degradadas, segurança alimentar e geração de renda. A entrada é gratuita.
A palestra “Sistemas agroflorestais em bases agroecológicas: alternativa para recuperação de áreas degradadas, segurança alimentar e geração de renda” faz parte da rede da Associação Brasileira de Agroecologia e Agricultura Familiar e será ministrada pelo professor Milton Parron Padovan, pesquisador da Embrapa do Oeste do Mato Grosso do Sul. Ele expõe o resultado de sua pesquisa sobre sistemas agroflorestais, na busca por alternativas de melhoria da renda familiar e segurança.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a segurança alimentar consiste no direito de acesso regular e permanente a alimentos de qualidade em quantidade suficiente, aliado a práticas de produção, transporte e armazenamento de alimentos que tragam benefícios à saúde e sejam sustentáveis do ponto de vista ambiental, cultural, econômico e social.
Para o coordenador do evento, Luis Mauro Silva, o foco central é a agricultura familiar, sendo um debate importante para quem estuda Ciências Agrárias, Economia e Ciências Sociais. "É um tema estratégico como política pública nacional. O Milton Padovan vai abordar a agroecologia e a agricultura orgânica, uma discussão em prol da contribuição para uma agricultura mais sustentável", ressalta.
O evento é uma realização do Mestrado em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável do Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicas (PPGAA/UFPA) e Especialização DAZ, em cooperação interinstitucional do Núcleo de Ciências Agrárias e Desenvolvimento Rural (NCADR) da UFPA com a Embrapa Amazônia Oriental e Embrapa/Oeste do Mato Grosso do Sul.
"Essa questão da economia e segurança alimentar é um debate aquecido nacionalmente. Tem um apelo muito forte para todas as bases, mas, principalmente, para quem está discutindo a sustentabilidade, o Código Florestal e a Agricultura Familiar. É importante discutir no cenário nacional, em especial na Amazônia, como os sistemas agroflorestais têm sido uma alternativa de sustentabilidade na agricultura", conclui Luis Mauro.
Texto: Rafaela Justino - Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Reprodução / Google
http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=7180
Enviado por Guilherme carvalho