sexta-feira, 18 de maio de 2012

Governo e sociedade civil conversam sobre política de agroecologia e produção orgânica

Mulheres praticando a agroecologia (cobertura morta) - nordeste paraense, arquivo MMNEPA
 
 Portal Brasil

A Secretaria-Geral da Presidência da República e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) promovem, nesta sexta-feira (18), o Diálogo Governo e Sociedade Civil. O objetivo é debater a proposta da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. A pauta foi apresentada à presidenta Dilma Rousseff durante a Marcha das Margaridas do ano passado, promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e que contou com a participação de 70 mil trabalhadoras.
O evento acontece no auditório do anexo do Palácio do Planalto. Participam da abertura o ministro Pepe Vargas, do Desenvolvimento Agrário; o ministro em exercício Francisco Gaetani, do Meio Ambiente; o chefe de gabinete Diogo Sant´Ana, da Secretaria-Geral da Presidência da República; e Severine Macedo, secretária nacional de Juventude.
Na consulta participam ainda entidades como a Contag, o Movimento de Trabalhadores Sem-Terra (MST), o Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) e a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), além de técnicos de vários ministérios e órgãos públicos.

Produção Orgânica
A finalidade é promover a transição agroecológica e a produção orgânica como base do desenvolvimento rural sustentável, possibilitando à população melhor qualidade de vida através da oferta de alimentos saudáveis e do uso sustentável dos recursos naturais. Estão previstas ações referentes à produção, consumo, conhecimento, pesquisa e inovação, uso e conservação dos recursos naturais, marco regulatório e gênero.
O projeto atende também as demandas da juventude rural apresentadas durante a 2ª Conferência Nacional da Juventude, com iniciativas que articulam formação, troca de experiência e fomento direto a práticas para fortalecer a geração de renda. 
A proposta da Política Nacional foi formulada de forma participativa, por um grupo de trabalho composto por dez ministérios e órgãos públicos, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente.
A participação da sociedade civil, além da incorporação das pautas de movimentos sociais, se deu por meio de um seminário nacional e cinco seminários regionais coordenados pela ANA e pela ABA, apoiados pelo MMA. As Comissões Estaduais da Produção Orgânica (CPOrg) e a Câmara Temática da Agricultura Orgânica (Ctao) também integraram ativamente o processo.

Mulheres são cada vez mais atingidas por agrotóxicos


Brasil teve 8 mil casos de intoxicação por defensivos agrícolas (sic) registrados em 2011
O Ministério da Saúde registrou 8 mil casos de intoxicação por agrotóxicos no Brasil em 2011. Entre os trabalhadores rurais, os dados apontam que um número cada vez maior de mulheres está sendo afetado pelo produto, embora existam mais notificações sobre a intoxicação de homens.
As informações foram divulgadas pelo diretor do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Guilherme Franco Netto, que participou de audiência pública ontem na Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento Rural, presidida pelo deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE).
A audiência foi requerida pelos deputados Jesus Rodrigues (PT-PI) e Bohn Gass (PT-RS). Rodrigues afirmou que pretende solicitar outros debates, inclusive com empresas fabricantes de agrotóxicos. Depois disso, ele e outros parlamentares apresentarão um projeto de lei para mudar as normas sobre o uso de defensivos agrícolas. “Formaremos um juízo, para então apresentarmos a esta Casa um projeto, um novo regramento que possa inibir o uso de agrotóxicos na nossa plantação, na nossa alimentação, no nosso dia a dia.”
Uso com precaução – Médica e integrante de um grupo de trabalho da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Anamaria Tambellini disse não condenar o uso de agrotóxicos, mas informou que já foi comprovado que alguns desses produtos provocam doenças como câncer, principalmente no útero e em outros órgãos do aparelho reprodutor. Para Anamaria Tambellini, esses produtos devem ser banidos do Brasil, e os agrotóxicos que forem liberados precisam ser usados com precaução.
Na avaliação da médica, a utilização daqueles que são liberados deve ser feita com o maior cuidado possível, porque são indicados para determinadas culturas, com determinado nível de aplicação e de uma forma adequada, chamada de “boas práticas”. “O indivíduo não pode ir jogando de qualquer maneira. Quem utiliza o agrotóxico e, principalmente, quem trabalha tem que saber dos riscos e aprender como pode minorar a possibilidade de exposição a doenças”, explicou.
Proibição total – Já para o engenheiro agrônomo representante da Associação Brasileira de Agroecologia, Vinícius Freitas, não existe consumo seguro de agrotóxicos. Ele citou uma pesquisa da Universidade Federal do Mato Grosso feita em Lucas do Rio Verde. A cidade é uma das cinco maiores produtoras agrícolas do Mato Grosso e uma grande consumidora de agrotóxicos.
A pesquisa mostrou que, dos 12 poços de água potável das escolas analisadas, 83% estavam contaminados com resíduos de vários tipos de agrotóxicos. Além disso, 56% das amostras de chuva tinham defensivos agrícolas, e 100% das mulheres em fase de amamentação apresentavam pelo menos um tipo de agrotóxico no leite materno.
Vinícius Freitas defendeu uma agricultura de base agroecológica, sem o uso de agrotóxicos. Segundo ele, para que esse tipo de produção seja viável, são necessárias políticas públicas efetivas. Freitas destacou que os pequenos agricultores, responsáveis, segundo ele, por 70% da produção nacional, normalmente só conseguem crédito para plantar com o uso de defensivos agrícolas.
Fonte: Jornal da Câmara, 10/05/2012.
Enviado por: aspta.org.br/campanha/boletim-585-18-de-maio-de-2012/

Agroecologia e promoção da saúde




Elaine de Azevedo e Maria Cecília Focesi Pelicioni pesquisaram a maneira como os especialistas da promoção de saúde e da agroecologia compreendem os conceitos dessas áreas de diretrizes comuns e como é concebida a relação entre tais conceitos. As autoras concluem que a agroecologia e a promoção da saúde são áreas contributivas e complementares, cuja aproximação pode vir a enriquecer a discussão da saúde rural e a concepção das políticas públicas que se debruçam sobre essa temática, estimulando intervenções e práticas intersetoriais.
Leia o artigo na íntegra, publicado pela Revista Panamericana de Salud Publica (pdf 142 KB).
Enviado por:http://aspta.org.br/campanha/boletim-585-18-de-maio-de-2012/

quinta-feira, 17 de maio de 2012

OFICINA COSMÉTICA VIVA - 20/MAIO/2012, 09H30 ÁS 18H00

  • com RAFAEL NINNO e NATÁLIA GADELHA



    Não Esquece que tem oficina de Biocosméticos Domingo!
    Queres passar reto nas prateleiras de xampú,condicionador,desodorante, produtos de limpeza quando fores ao supermercado e ainda contribuir com o meio ambiente? Então vem aprender a produzir tudo isso e muito mais!!
    Data: 20 de Maio de 2012 Horário: 09h30 até 18h00, com intervalo ao meio dia para saborearmos um delicioso almoço vegetariano!
    Local: Antonio Barreto 1598 - entre 03 de Maio e 14 de Março;
    Investimento: 50 reais (incluso almoço, kit básico para prática, link para apostila em pdf e certificado)

    Inscrições: Devido à metodologia de trabalho e o espaço físico, disponibilizamos apenas 20 vagas! Garanta a sua realizando a inscrição com antecedência. No dia será aceito inscrição apenas se tivermos oferta de vagas.
    Para realizar a inscrição, deve ser feito um depósito antecipado novalor da oficina (R$ 50,00) em uma das duas contas abaixo, e no dia da oficina levar o comprovante do depósito realizado.
    Banco Itaú: agência 6325 / CC 13579-3 (Natalia G.de Souza)
    Banco do Brasil: agência 3702-8 / CC 31.055-7 (Rafael N.Muniz)
    Focalizadores: Rafael Ninno Muniz e Natalia Gadelha de Souza
Enviado por Maria-Esperança Alves

Campanha critica “Economia Verde” apresentada em documento para Rio+20 e propõe agroecologia e economia solidária

http://envolverde.com.br/economia/economia-verde-economia/economia-verde-novo-disfarce-do-neoliberalismo/
 
Karol Assunção
Jornalista da Adital
Adital
Não à "Economia Verde”. Esse é o nome da Campanha promovida por organizações da sociedade civil de diversos países com o objetivo de se posicionar contra a economia verde apresentada no Rascunho Zero, documento que serve de base para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).
A iniciativa, construída a partir da articulação de organizações sociais no Fórum Social Temático 2012, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil), agrega instituições da Bolívia, Brasil, França, Argentina e Canadá. De acordo com Ivo Lesbaupin, membro da diretoria-executiva da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), a Campanha critica a economia verde utilizada no Rascunho Zero para Rio+20.
Isso porque, segundo ele, apesar de o documento destacar a economia verde como proposta para superar a crise ambiental, o texto não a define. "O documento se refere à crise [ambiental], mas não apresenta as causas do problema, dizendo que a solução é a economia verde, de forma vaga, sem conceito”, afirma.
O Rascunho não conceitua o termo, mas apresenta alguns indícios da intenção dele. Lesbaupin observa que o documento coloca, por exemplo, que é preciso utilizar instrumentos de mercado para reduzir a crise ambiental, assim como destaca a importância do comércio mundial, e de instituições como Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional. "A economia verde [colocada no documento] é uma tentativa de salvar a crise ambiental dentro da própria economia de mercado”, comenta.
Além disso, o integrante da diretoria da Abong ressalta que o documento tampouco faz referência a questões como matriz energética e modelo de desenvolvimento atual. "Não há referência à transformação da matriz energética de fóssil, do petróleo, para energia renovável. Não há referência à mudança de modelo de desenvolvimento produtivista-consumista, em que o país é considerado desenvolvido pela quantidade de produção e consumo”, relata.
Para Lesbaupin, o receio das organizações que compõem a Campanha é que a Rio+20 acabe aprovando a "economia verde como a grande solução”, sendo que, tal economia, ratifica, "possui elementos da economia de mercado”.
A proposta da Campanha é justamente mostrar para a sociedade o que significa essa economia verde apresentada no documento da Rio+20. "É preciso que as pessoas saibam o que está sendo proposto”, comenta, destacando que a Campanha discute o assunto através de seminários, palestras, redes sociais e materiais disponibilizados no sítio eletrônico da iniciativa.
Além das críticas às "falsas soluções”, Lesbaupin destaca que a Campanha também apresenta algumas iniciativas sustentáveis que já existem, mas que ficam restritas a determinados locais porque os governos não assumem. Ele cita como exemplo a agroecologia, atividade que já existe em várias partes do mundo, mas que os governos ainda privilegiam o agronegócio como político pública.
Para saber mais sobre a Campanha, acesse: http://nogreeneconomy.org/pt-br/
Enviado por:  http://www.adital.com.br/jovem/noticia.asp?boletim=1&lang=PT&cod=66984

Código Florestal aprovado ameaça produção de açaí na Amazônia



por Jorge Dantas de Oliveira

O projeto de lei para reforma do Código Florestal aprovado pelo Congresso ameaça as áreas úmidas de todo o Brasil, como várzeas e manguezais, responsáveis por serviços e produtos ambientais amplamente consumidos e valorizados pela população brasileira, como o açaí.

O pequeno fruto de cor púrpura, típico da floresta tropical e símbolo da cultura ribeirinha, é hoje o maior produto extrativista não-madeireiro do Brasil. Em 2009, foram 115 mil toneladas colhidas e R$ 160,5 milhões gerados. O Pará concentra 87,4% da produção nacional, seguido pelo Amapá, Amazonas e Maranhão.

Dos frutos do açaizeiro, 90% vêm de áreas inundáveis às margens dos rios, manejadas ou não. Regiões como essas são conhecidas como Áreas de Preservação Permanente (APPs), e estão gravemente ameaçadas pelo projeto que se encontra sobre a mesa da presidente Dilma Rousseff. Ele ameaça a integridade ecológica, diminui os limites físicos e fragiliza essas áreas, abrindo brechas para "oficializar" um prejuízo ambiental sem precedentes na história do país. Por isso, a única alternativa viável para se evitar tal retrocesso é o veto total.

Segundo especialistas, a extração do açaí ainda tem dados subdimensionados, principalmente por ser uma atividade desempenhada nos rincões da Amazônia, onde a coleta e o registro das informações são caros e difíceis.

Combate aos radicais livres

De acordo com o biólogo e geneticista do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Charles Clement, o açaí é fonte de energia eficiente e natural. “Seu óleo é pura energia. Nosso fígado degrada o óleo para criar o açúcar que é queimado no corpo quando realizamos atividades físicas”, afirmou. Por isso, declarou Charles, o açaí faz sucesso entre atletas e em academias de todo o país.

Outros estudos dão conta de que o açaí é rico em flavonóides e antocianinas, substâncias úteis para o funcionamento do corpo humano. Entre outras coisas, o fruto ajuda no combate aos radicais livres, facilita o trânsito intestinal, favorece a circulação sanguínea e previne doenças cardíacas, além de retardar a degeneração natural das células. Ou seja, ele retarda o envelhecimento.

Segundo um dos maiores estudiosos da agropecuária amazônica, o engenheiro agrônomo da Embrapa da Amazônia Oriental, Alfredo Homma, hoje existem cerca de 80 mil hectares de açaizeiros somente no Pará, onde trabalham 20 mil famílias. Agosto, setembro e outubro são os meses de colheita.

O estudioso disse que, dos 20 municípios que mais produzem açaí no Brasil, 17 ficam no Pará, com destaque para Igarapé-Miri, a 200 quilômetros de Belém. A cidade de pouco mais de 58 mil habitantes é considerada o “município-símbolo” das transformações econômicas e sociais que o açaí tem causado na porção paraense do Rio Amazonas, por conta da melhoria no padrão de vida de muitos produtores e extrativistas.

Em potes de iogurte

Homma, da Embrapa, explicou que o volume de açaí não é tão grande comparado a outros produtos que o Pará produz, mas sua rápida valorização econômica chama a atenção de qualquer um. Por volta de 1996, o litro de açaí grosso era vendido a R$ 1,50 nos arredores de Belém. Hoje, está em R$ 24. “Foi um aumento de 1600% no preço, variação ocorrida em cerca de quinze anos. Nenhuma outra fruta agrícola cresceu tanto assim em valor no estado”, constatou.

O açaí paraense é voltado, sobretudo, para o mercado interno. Cerca de sete em cada dez quilos da produção seguem para o Sudeste, em especial São Paulo e Belo Horizonte. O resto vai para o exterior, onde os maiores compradores são Estados Unidos, França e Japão. Na terra do sol nascente, o fruto é vendido em supermercados dentro de um pequeno recipiente, similar a um pote de iogurte. A Embrapa da Amazônia Oriental estima que, em 2009, as exportações de açaí tenham sido de U$ 26 milhões. Em 2002, quatro anos antes, eram de “apenas” U$ 1 milhão.

As áreas úmidas, como as várzeas amazônicas produtoras de açaí, são áreas de preservação permanente por serem mais sensíveis do ponto de vista ambiental e fundamentais para a conservação dos recursos hídricos, da biodiversidade e para o aumento dos índices de produtividade.

Nesta categoria estão não só as matas ciliares nas margens de rios, várzeas, alagados e manguezais, mas também os topos de morros e montanhas, encostas, nascentes e declives. Esses locais são importantes para a manutenção de uma série de serviços ambientais, como a produção de água, a proteção do solo contra a erosão e a estabilidade ecológica.

Integridade em risco

Esse é mais um dos motivos para o projeto de reforma do Código Florestal aprovado no Congresso ser vetado integralmente, pois vetos parciais não conseguiriam reverter as ameaças a essas áreas. As APPs e o açaí da Amazônia estão sob forte ameaça, pois o projeto aprovado que está sobre a mesa da presidente Dilma Rousseff traz uma série de flexibilizações à proteção dessas regiões.

O projeto aprovado concede ampla anistia para as ocupações irregulares das áreas de preservação permanente ocupadas até julho de 2008, e prevê anistia para as multas aplicadas aos desmatadores dessas áreas. Hoje, a maior parte das multas por crimes ambientais é aplicada na Amazônia, nos estados do Mato Grosso, Pará, Rondônia e Amazonas.

Caso o projeto seja sancionado pela presidente Dilma Rousseff, mesmo que parcialmente (veto parcial), as faixas de proteção dos rios passam a ser medidas não pelo leitor maior durante as cheias, mais sim pelo leito regular do curso d’água. Outros dispositivos prevêem, sob certas condições, a ocupação de topo de morros, montes e serras, e o projeto também deixa de considerar várzeas, veredas e manguezais como APPs, fragilizando uma série de ecossistemas por todo o país.
Fonte:http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?31323

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Cartilhas "Caminhos para Práticas de Consumo Responsável"

Caros parceir@s,

Gostaríamos de compartilhar e pedir que nos ajudem na divulgação da série de cartilhas "Caminhos para Práticas de Consumo Responsável" recém lançada pelo Kairós.

O Instituto Kairós e a Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) vêm trabalhando no projeto Consumo Responsável nos Territórios Rurais, que envolve a agricultura familiar junto às Bases de Serviços de Apoio à Comercialização (BSC) nos territórios e constrói parcerias na discussão e na prática de estratégias de consumo responsável.

Para ilustrar o tema aqui proposto, o Instituto Kairós apresenta esta série de cartilhas com algumas alternativas. São exemplos de práticas de consumo que promovem a aliança entre produtores, comerciantes e consumidores, de forma responsável e justa. Tais práticas têm a intenção de, por um lado, facilitar o acesso dos consumidores a produtos e serviços da agricultura familiar, agroecológica e da economia solidária a um preço justo, ao mesmo tempo que se busca construir com produtores um canal de escoamento de seus produtos por remuneração mais justa e sob melhores condições de trabalho.

Temas da Série "Caminhos para Práticas do Consumo Responsável":
(para acessar os arquivos em PDF basta clicar nas imagens abaixo)


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1. Organização de Grupos de Consumo Responsável

2. Parceria entre Consumidores e Produtores na Organização de Feiras

3. Controle Social na Alimentação Escolar
Esperamos que as reflexões apresentadas nestes materiais possam contribuir para aproximar consumidores e produtores e possibilitar uma melhor qualidade de vida a todos.
Aos que tiverem interesse em obter exemplares, por favor, entrar em contato através do email i.kairos@yahoo.com.br. Os exemplares estão disponíveis para retirada em São Paulo.

Instituto Kairós
www.institutokairos.net
(11) 3257-5100

Em Belém do Pará, de junho a julho, teremos Arrastão do Pavulagem na Pça da República (aos Domingos).....


Calendário de Atividades:
Oficinas: 09 a 23 de maio
Ensaios: 24 de maio a 06 de junho
Ensaio Geral: 07 de junho
Arrastões: 10, 17, 24 de junho + 01 de julho.

Mais Info: 8343-8918

Vejam os dias da Feira de Produtos Orgânicos em Belém do Pará

Aqui apenas uma pequena amostra: Produtos Nativos da Amazônia, da Rede Bragantina de Artes e Sabores (mel, própolis, urucum, óleos de andiroba e copaíba e muito mais...)Foto: Vânia Carvalho


Calendário da Feira de Produtos Orgânicos de Belém/PA

Horário: das 07 às 12:00 horas - aos sábados

Maio
- Praça Batista Campos - dias: 05 e 19
- Praça Brasil -  dias: 12 e 26

Junho
- Praça Batista Campos - dias: 02 e23
- Praça Brasil - dias: 16 e 30

Julho
- Praça Batista Campos: dia 07
- Praça Brasil: dia 14

Enviado por Rossilan Rocha, Articuladora da ANA Amazônia